Lausanne

Depois de Genebra, nossa próxima parada foi em Lausanne, uma cidade que também fica no Lago Léman na região de Vaud. Particularmente, eu achei Lausanne mais calma que Genebra, o que acabou contribuindo pra que gostássemos até mais do que Genebra! Pensa bem: uma cidade sossegada, cercada por montanhas, com uma centro histórico medieval super bem preservado e de frente para o lago!

A cidade é dividida duas partes, onde estão concentradas as atrações turísticas. A primeira é a Cidade Alta (Haute Ville), que a parte mais antiga e histórica e onde fica o centro histórica. O outra parte é a Cidade Baixa (Basse Ville), onde fica o lago e onde está Comitê Olímpico.

Como estávamos hospedados no centro, começamos nosso roteiro pela Cidade Alta. Nossa primeira parada foi na Place de la Palud, uma praça criada no século IX e que século XIII se tornou a principal praça e mercado da cidade, onde tudo acontecia. A praça continua cercada de edifícios igualmente históricos como a Prefeitura (Hôtel de Ville) e a fonte mais antiga da cidade.

A partir daí prepare as canelinhas porque vai ter muito sobe e desce pelas vielas medievais e escadarias da cidade antiga. Aliás, boa parte do centro histórico é fechada para carros, o que significa que andar é a única e melhor opção!

Bem no topo está a Catedral de Notre Dame, uma igreja católica em estilo gótico de 1170, que posteriormente foi transformada em igreja protestante. A igreja tem um grande órgão, 7 sinos, mas não tem quase nenhuma decoração. Por ser protestante todos os adornos foram retirados durante a época da Reforma.

Porém o mais interessante é que a torre da catedral ainda conta com um guarda noturno que anuncia o horário. Na Idade Média, era comum que guardas noturnos ficassem nas procurando eventuais incêndios e que anunciassem (gritando!) as horas de madrugada. Essa é uma tradição mantida até hoje, e todas as noites o guarda da torre ainda grita que horas são!

Além disso, vale muito visitar a Catedral pela vista que se tem da cidade. Afinal, a Catedral coroa a cidade e dá vista para a cidade antiga, para o lago e para as montanhas, e talvez seja a melhor vista da cidade!

Há várias escadarias antigas em Lausanne, mas a mais famosa é a Escaliers du Marché, que liga justamente a Place de la Palud à Catedral. A escada está ali desde o século XIII (no mínimo) e o telhado de madeira foi no início do século XVIII.

Depois ficamos batendo perna pelo centro histórico e nos perdendo pelas muitas vielas. Então,seguimos para o Palais de Rumine, um palácio do século XIX que hoje funciona como biblioteca e abriga 5 museus.

Siga um pouco mais à frente e encontrará o Château Saint-Marie, um castelo do século XIV, que hoje é a sede do governo regional.

Visitado o centro histórico, é hora de descer para a Cidade Baixa e andar pela região do lago. É possível ir a pé, mas o mais fácil é pegar o tram e em alguns você já dará de cara com o lago. Bem no centrinho fica a de tram Estação Riponne, que leva à estação Ouchy Olympique em poucos minutos. E pronto, você já vai dar de cara com o Museu Olímpico e com o lago!

O Museu Olímpico tem exposições permanentes e temporárias sobre as Olimpíadas, que contam toda a história dos jogos desde a Grécia Antiga. E ali também a sede do Comitê Olímpico Internacional.

Bem próximo ao Museu Olímpico fica o Château d’Ouchy, um castelo do século XII que foi convertido em luxuoso hotel.

Vale a pena almoçar nessa região chamada de Promenade de Ouchy, que é a “orla do lago”, com vista para o lago e para as montanhas.

Há barcos que saem dali e fazem passeios pelo Lago Léman. Há passeios inclusive para a cidade francesa Évian-les-Bains, que fica logo em frente e é famosa por causa da água mineral Évian, vendida em toda Europa.

Nós aproveitamos o clima bom de primavera pra tomar um vinho de frente para o lago e depois simplesmente andar pela promenade.

E no dia seguinte fomos explorar mais da região de Vaud, em cidades como Vevey, Montreux e Gruyères , que são temas para os próximos posts!

Lausanne na prática

ONDE SE HOSPEDAR

A cidade tem boas opções de hotel e fica bem na entrada de Lavaux, que é a região vinícola de Vaud e uma ótima base para explorar a região. Nós mesmos decidimos ficar em Lausanne pela facilidade de visitar família (o pai do David mora em Vevey) e ao mesmo tempo conhecer mais da região e voltar no fim do dia pro mesmo hotel (e com várias opções de transporte público entre as cidades próximas e Lausanne.

Então resolvemos ficar mais perto da estação central, que além de mais barato do que a região do lago, foi mais prática pra irmos e voltarmos dessas outras cidades. Ficamos no Ibis Centre Lausanne, que na época estava com ótimo preço.

COMO SE LOCOMOVER

Hospedando-se na cidade, assim como em Genebra, você também ganha o passe de transporte público (Lausanne Transport Card). Ou seja, você não vai gastar nada pra se locomover pela cidade. O passe dá acesso à todo o transporte (tram e ônibus) pelo tempo da sua estadia.

Há trens frequentes entre Genebra à Lausanne e o trajeto dura entre 35 e 50 minutos. Comprando com antecedência diretamente no site da companhia de trem é possível encontrar passagens a partir de 3 francos suíços.

Genebra

Apesar de não ter nem 200mil habitantes, parece que tudo acontece em Genebra! É lá que está a sede da ONU, com várias de suas agências especializadas como OMS, OIT, UNESCO e muitas outras. Lá também está a sede da Cruz Vermelha e mais de 200 organizações internacionais, tanto governamentais quanto não governamentais. E justamente por isso a cidade está acostumada a receber milhares de pessoas todos os meses do ano, tendo uma boa rede hoteleira e infra-estrutura!

Eu confesso que a combinação Genebra/Lausanne/Vevey/Montreux me surpreendeu e gostei muito mais do que do lado alemão da Suíça (Zurique, Berna e Lucerna). Não que Lucerna não seja deslumbrante, como praticamente toda cidade da Suíça! Porém achei que o lado francês tinha tudo que o lado alemão tinha, como lagos, rios e montanhas, mas com pessoas mais receptivas!

Talvez tenha ajudado o fato de eu ter descoberto uma graaande comunidade portuguesa na Suíça, que está justamente concentrada no lado francês! São muitos portugueses, desde a recepcionista do hotel até garçons em restaurantes! E logo que nos viam conversando em português, já mudavam do francês pro português e lá iam contar tudo de sua vida na Suíça e nos dar dicas do que fazer por lá!

Outro ponto foi que achei essa região um pouco mais barata que o lado alemão (ou menos cara pq afinal é Suíça!), o que nos permitiu ir à bons restaurantes e aproveitar muito nossos dias por lá sem nos preocuparmos de irmos a falência! hahaha

Nós ficamos 1 dia e 2 noites em Genebra e depois seguimos viagem para Lausanne, mas foi o suficiente para vermos as principais atrações turísticas em um roteiro bem redondinho!

Ficamos hospedados muito próximos da estação central de trem e por isso começamos nosso roteiro pelo Monument Brunswick, que fica a menos de 10 minutos à pé da estação central e a menos de 5 minutos do nosso hotel.

O Monumento Bruswick é um mausoléu construído em 1879 no Jardin des Alpes em Genebra, Suíça, em homenagem à Carlos II, duque de Brunswick. Antes de falecer o duque alemão fez um testamento deixando toda sua fortuna à cidade de Genebra desde que um monumento fosse construído em uma posição proeminente da cidade. O monumento deveria ser uma réplica da tumba da Família Scaliger em Verona na Itália. Assim, a cidade construiu esse mausoléu após sua morte e com o legado construiu diversos outros edifícios como o Grand Théâtre de Genève.

Atravessando a ponte próxima, a gente já chega no Relógio Floral (L’horloge fleurie), que fica no Jardim Inglês (Jardim Anglais). Feito com 6500 flores o relógio está lá funcionando desde 1955 representando a tradição suíça em fabricar relógios.

E o tempo todo andando por essa área você terá vista para o Lago Léman. E bem no meio do lago fica o Jet d’Eau, um jato de água/ fonte de 140m de altura! Se quiser há vários passeios de barco que saem dali, com trajetos que duram entre 30 minutos e 2 horas.

Como só tínhamos um dia na cidade, continuamos o roteiro. Seguimos até a Catedral de São Pedro (Cathedrale St. Pierre), uma igreja que teve sua construção em 1160 e sofreu várias modificações ao longo do tempo. Apesar de ter sido fundada como igreja católica, foi transformada em protestante. Era o local em John Calvin (João Calvino, líder reformista) fazia seus sermões, e a cadeira dele está marcada lá.

A catedral fica bem no meio do centro histórico, e é um ponto estratégico pra ter uma boa vista da cidade, mesmo que você não queira subir a torre pra ver a vista (como eu não quis!). No subsolo da catedral fica o museu arqueológico da própria igreja.

E estando a catedral bem no coração do centro histórico, passamos um tempo perambulando pelas ruelas medievais. Como a Cidade Velha (Vieille Ville) é bem pequena e concentrada, em pouco tempo dá pra andar tudo. Você pode passar pela Praça Bourg-de-Four, Prefeitura (Hôtel de Ville), museus e outros edifícios históricos.

Depois voltamos e atravessamos o lago novamente, mas dessa vez de barco usando o passe de transporte público (que vou explicar mais pra baixo como funciona), Basta andar até próximo ao Relógio de Flores e há barcos que cruzam para o outro lado do lago. Os barcos saindo dali passam bem próximos do Jet d’Eau, o que acaba sendo um passeio por si só!

Ficamos ali curtindo mais um pouco o sol e o lago, e então pegamos o tram (n. 15) e seguimos para a ONU (parada Place des Nations).

É possível fazer uma visita guiada pela ONU, sendo aconselhável reservar com antecedência diretamente no site da ONU. Como fomos em um feriado, o local estava fechado.

Bem em frente ao prédio da ONU fica a Cadeira Quebrada (Broken Chair). A escultura foi feita em 1997 pra ser uma amostra temporária pela proibição das minas terrestres em guerras. A amostra gerou tanta comoção que acabou se tornando permanente.

Perto da Place des Nations também fica o Museu da Cruz Vermelha, que conta a história e o trabalho desenvolvido pela Cruz Vermelha ao longo das décadas. Também ali ficam as agências especializadas, como a OIT, OMS e muitas outras. Ali nas imediações também fica o CERN (Organização Européia de Pesquisa Nuclear), onde a internet foi criada e onde está o maior acelerador de partículas do mundo.

Como fomos em um feriado, tudo estava fechado, mesmo assim passamos em frente aos prédios, andamos pelo parque próximo, que inclusive tinhas estátuas como a de Gandhi, e demos o dia por encerrado.

Genebra na prática

Onde se hospedar

Como disse, o que não falta é opção de hotel em Genebra, já que é um lugar acostumado a receber muita gente o ano todo. Nós pegamos uma promoção da Accor e ficamos no Ibis Styles Genève Mont Blanc, que estava com ótimo preço.

Acho uma boa ficar perto da estação central (gare). Além de ter muitas opções de restaurantes e transporte, é mais barato que em frente ao lago, mas ao mesmo tempo está a 5-10 minutos a pé do lago e próximo do centro histórico.

Como se locomover

Hospedando-se na cidade, você ganha o passe de transporte público (Geneva Transport Card). Ou seja, você não vai gastar nada pra se locomover pela cidade. O passe dá acesso à todo o transporte pelo tempo da sua estadia, incluindo ônibus, tram e barco.

Quanto ao barco, procure pelos Mouettes, que são barcos de cor amarela que ficam cruzando o lago.

Como ir do aeroporto de Genebra até o centro da cidade

Ao desembarcar, basta ir até a máquina de venda de bilhetes (que fica logo na saída da área de esteiras de bagagens). Procure pelo ticket da Urieso, oferecido pelo próprio aeroporto. Com esse passe é possível usar o transporte público de graça até o centro da cidade por um período de até 80 minutos.

Zurique

Zurich é a maior cidade da Suíça, sendo uma cidade mais moderna. Então não espere algo mais bucólico, com alpes cobertos de neve e grandes lagos. Zurique talvez seja a capital financeira da Europa e hoje é uma cidade bem moderna, embora haja sim um centrinho histórico e também tenha um lago.

Acho que por isso devo confessar que em comparação com outras cidades suíças que visitei, como Berna, Genebra, Lucerna e Lausanne, achei Zurique a mais sem graça delas. Não que não seja bonita, mas não tem o mesmo apelo que as outras. Talvez o fato de termos ido com o tempo fechado, tenha contribuído para essa impressão, mas devo admitir que não caí de amores por Zurique.

Ainda assim não posso negar que, ao mesmo tempo que não era bem a Suíça bucólica que eu vi em outras cidades, as ruas pietonais no centro histórico, ainda em paralelepípidos, cortadas pelo Rio Limmat e cercados de grandes bancos também não deixam de ser o que tem de mais tradicional na Suíça! Zurique tem algumas ruas e bancos que contam com séculos de vida! E sempre que a gente pensa em Suíça pensa logo em bancos aos pés dos alpes!

Afinal de contas, só mesmo na Suíça, que é um país absolutamente lindo, que a gente pode olhar pra Zurique e achar uma cidade sem tantos atrativos! E mesmo assim espero encontrar o Rio Limmat cortando a cidade, um lago bem no meio e casas em estilo alpino. E dizem que quando o tempo está bom é possível avistar os alpes ao fundo!

Basta atravessar uma das pontes próximas do centro histórico, como a Münsterbrücke ou Quaibrücke (que dá pro lago), e você já vai conseguir visualizar os principais pontos turísticos: a Fraumünster, que é a catedral da cidade construída no século XIII; a Grossmünster, que é a maior igreja protestante, tendo sido construída no século XII e caracterizado por ter 2 torres; a Rathaus, que é a prefeitura da cidade.

Indo pelas ruas Bannhofstrasse e Niederdorf, ambas super charmosas em paralepípidos e que hoje abrigam lojas de marcas de luxo.

A graça mesmo é em volta do rio e do lago sem se preocupar muito com bater ponto em atração turística. E Zurique não só pode como deve ser explorada a pé. O centro histórico é super concentrado e já é cortado pelo rio, que dá no lago! Em 1h a partir da estação de trem dá pra andar tudo, passando pelo principal da cidade.

Ficamos perambulando pelo centro histórico por quase 2hs, almoçamos e seguimos viagem. Partimos para Liechtenstein, com tempo de sobra para conhecer esse micro-estado e voltarmos para a charmosa Lucerna, onde estávamos hospedados!

Berna

Muita gente não sabe, mas Berna é a capital da Suíça. Também com cidades maiores e mais famosas como Zurique e Genebra, a gente acaba esquecendo mesmo que Berna é a capital do país!

Com cerca de 130mil habitantes, Berna é uma capital especial: com um centro histórico ainda todo medieval e bem pacata, é uma experiência completamente diferente de Zurique e Genebra!

A cidade de Berna ganhou a arquitetura que vemos hoje após um grande incêndio em 1405, que destruiu a maioria das casas, que na época eram de madeira. Depois do incêndio, a prefeitura decidiu que todas as casas deveriam ser construídas em arenito (sandstone). E por isso que andar por Berna é voltar na história: o centro histórico está tal como quando foi reconstruído no século XV!

Nós passamos apenas algumas horas na cidade, na volta de Lucerna para casa e foi o suficiente para explorar um pouco do centro histórico e ver as principais atrações, já que a Cidade Antiga (Altstad) é bem compacta e fácil de explorar.

Mas antes mesmo de explorar o centro histórico começamos pelo símbolo da cidade: os ursos. Inclusive, o nome da cidade vem de uma variação da palavra Bär (urso em alemão). E você vai encontrar não só ursos nas bandeiras, emblemas e souvenirs da cidade, como também pessoalmente bem perto do centro da cidade!

Como fomos de carro paramos em um estacionamento grande, bem ao lado do Bärengraben/Bear Pit, onde ficam os ursos marrons da cidade. O local existe há mais de 150 anos, mas depois de muitas críticas foi totalmente reformulado. O BärenPark (Parque dos Ursos) foi inaugurado em 2009, que é um grande parque para os ursos na encosta do Rio Aar. Felizmente, hoje o Bärengraben é ligado BäremPark por um túnel, permitindo que os ursos possam circular livremente.

Apenas no auge do inverno que os ursos são retirados e levados para outro lugar para hibernarem. Mas indo em março já conseguimos ver um ou dois circulando pelo parque!

O Bärengraben fica quase que de frente à Ponte Nydegg (Nydeggbrücke), uma ponte antiga que conecta a parte antiga à parte nova. Basta cruzar ela e você já chega no centro histórico! Mas vá com calma, antes de cruzar vale a pena andar pelas cercanias para apreciar a vista da Cidade Antiga.

Cruzando a ponte você cai na Rua Nydegg (Nydeggasse), que dá na Kramgasse, que depois vira Marktgasse, mas são todas a mesma rua que apenas mudam de nom. E pronto: só de estar nessa rua você já estará no coração da Cidade Antiga e verá várias das principais atrações da cidade, como o Zytglogge e a Casa de Einstein!

A Casa de Einstein (Einsteinhaus) fica no n. 49 da Kramgasse. Ele viveu ali com sua família no 2o andar da casa por menos de 2 anos, apenas de 1903 a 1905, mas dizem que foi ali que ele desenvolveu a Teoria da Relatividade. Hoje os andares superiores foram convertidos em museu, enquanto que o térreo se tornou um café (Einstein Café).

E um pouco mais à frente fica a Torre do Relógio (Zytglogge), uma torre medieval do século XII, que inicialmente serviu como torre de guarda do portão da cidade. Depois foi convertida em prisão para mulheres que tinham casos com padres, mas depois do incêndio a prisão foi desativada, reformada e se tornou uma torre do relógio. Até hoje o relógio ainda funciona à base de corda, sendo o único e último do mundo a funcionar assim.

Paralelamente à Rua Kramgasse fica a Münstergasse, que é onde fica a Münster, a Catedral da cidade, construída em 1421. A catedral fica na Munsterplatz, que antigamente ficava na área da fortaleza da cidade e, por isso, é um lugar ótimo pra tirar foto com a vista do Rio Aare!

Siga um pouco em frente e você também verá o Parlamento, que é a sede do governo suíço.

Além disso, vale a pena dar uma olhada na Prefeitura (Rathaus), na Ponte Kirchenfeld (Kirchenfeldbrücke) e na Ponte Kornhaus (Kornhausbrücke). Também há As 11 fontes decorativas espalhadas pela Cidade Antiga da época renascentista, ligadas à história ou mitologia suíças. Quase todas ficam na Marktgasse/Kramgasse, sendo a mais famosa a Fonte do Ogro (Kindlifresserbrunnen), de um ogro comendo crianças.

Cerca de 2hs foram o suficiente para vermos os principais atrativos da cidade. Ou seja, a cidade pode ser tanto uma boa base para explorar a região, como uma boa opção de bate e volta, já que a cidade fica bem no meio da Suíça, sendo acessível de Zurique, Lucerna, Lausanne, Interlaken, etc.

Depois de batermos perna, almoçamos uma boa comida suíça e infelizmente já era hora de dar a viagem por encerrada e pegar a estrada de volta à Luxemburgo.