Lisboa

IMG_1708

Portugal estava nos planos há muito tempo, mas por um motivo ou outra acabava sendo sempre adiado. Até que minha mãe resolveu que era hora de realizar seu próprio sonho, aproveitando minha qualidade de “viciada/ninja das viagens”, e conhecer a terra dos nossos descobridores. Mais que rápido reservei tudo para uma viagem rápida ao país de Camões, que deixou um gosto de quero mais (e muito mais! talvez uma mudança de mala e cuia no futuro!? quem sabe!?). Minha prima e o David também toparam embarcar nessa e lá fomos nós.

Chegamos tarde em um sábado à noite, jantamos e foi isso. No domingo acordamos mais ou menos cedo e saímos com calma para explorar um pouco de Lisboa. Na segunda fizemos um bate-e-volta em cidades próximas e na terça visitamos a região de Belém antes de pegar um vôo a tarde. Além disso, fizemos tudo com calma. Dessa forma, não dá pra falar que conhecemos tudo em Lisboa, mas aproveitamos muito nosso tempo lá. Bom que também deu mais motivo para voltar em outra oportunidade.

Ficamos hospedados no bairro Saldanha e começamos a conhecer tudo a pé a partir dali mesmo. Andamos até a Praça Marquês de Pombal, situada na Av. Liberdade e que presta homenagem ao estadista Sebastião José de Carvalho. Pombal foi responsável por conduzir o país ao movimento iluminista e por reconstruir o centro de Lisboa após o terremoto de 1755. Inclusive, a estátua está justamente olhando para a região da Baixa (o centro de Lisboa). Para além disso, a praça já comportou acontecimentos importantes, como as manifestações que levaram à Proclamação da República por exemplo.

IMG_1542IMG_1544

Continuamos descendo a Av. Liberdade, rumando a Praça Rossio e passando por vários outros locais e praças tão charmosos quanto. O que ficávamos comentando o tempo todo era como Lisboa nos lembrava do centro antigo do Rio de Janeiro, mas numa versão mais bonita, limpa, organizada e menos perigosa hahah. Não havia como não comparar vendo o calçamento de pedras portuguesas, os sobradinhos e seus beirais que temos iguais no Saara (mas que estão super detonados e decadentes!), as igrejas, etc. Enfim, inegável a influência portuguesa na arquitetura do Rio de outrora.

Enfim, chegamos à Praça Rossio ou Praça Dom Pedro IV. Essa praça que já foi uma arena romana, já teve vários monumentos e prédios construídos e reconstruídos ao longo dos séculos, quando o terremoto de 1755 destruiu praticamente tudo que havia e ela ganhou a versão que hoje conhecemos na sua reconstrução. Há também na praça duas fontes barrocas bem bonitas e, em frente, o Teatro Nacional Dona Maria II.

A praça ganhou também o nome de D. Pedro IV por ter uma estátua dele, construída no século XVIII. Curioso que D. Pedro IV é o mesmo D. Pedro I do Brasil, afinal ele foi o primeiro imperador de seu nome no Brasil e o quarto em Portugal.

Acabamos almoçando ali na Praça Rossio mesmo nesse Café Gelo da foto! Afinal, o local estava perto de todas as atrações turísticas, com bons preços e um monte de pastéis de nata que nos ganharam já a primeira vista!

Ali perto também fica uma loja divertidíssima chamada O mundo fantástico da sardinha portuguesa. Com um gazilhão de latas diferentes de sardinhas que ligam o ano que vc nasceu a um evento ocorrido naquele ano traz umas boas risadas e curiosidades.

De lá fomos até o Elevador/Miradouro de Santa Justa, mas acabou que nem subimos. Fizemos algumas comprinhas ali na Rua Augusta e seguimos para a Praça do Comércio.

Outra coisa que chama muito a atenção é a incrível paixão dos portugueses por azulejos. Nunca vimos tantos azulejos na vida. Eles estão por todo lado! Em fachadas inteiras de casas, como decoração de restaurantes, como decoração nas coisas mais inimagináveis. Não é a toa que eles tem um museu só disso! Outra coisa que percebemos foi a busca por preservar a arquitetura e como tudo se adapta a isso, como, por exemplo, o símbolo do Santander nesse prédio da foto abaixo foi feito de forma a não gritar com a arquitetura do prédio.

Apesar de Lisboa ter um sem número de praças, a Praça do Comércio é a que eu estava mais ansiosa para conhecer. Também chamada de Terreiro do Paço, é uma praça que se localiza na Baixa de Lisboa, junto ao rio Tejo. Durante cerca de 2 séculos abrigou palácios reais, que hoje são departamentos governamentais. Abriga também, é claro, o imponente Arco da Vitória, que liga a Rua Augusta à Praça.

Depois disso, resolvemos andar de Tuk-Tuk, o que foi uma bela de uma furada. O passeio foi super corrido, caro (salvo engano 50 euros pra 1h, o que para Lisboa é caro), ninguém ouvia nada do que o cara falava, o treco que fecha o tuk-tuk obstruía um pouco a vista. Para piorar a experiência, fiquei mais me preocupando em me segurar do que em ver os locais que ele passava correndo, afinal eu estava de costas e o negócio sacolejava mais do que uma carroça. Enfim, eu não recomendo mesmo! Mas verdade seja dita, o cara parou em uns lugares legais, como o Panteão, o Miradouro de São Miguel e o Miradouro da Graça, locais em que há vistas legais de Lisboa, sendo que o último dá vista para o Castelo de São Jorge.

Após isso, voltamos caminhando para o hotel, pois ainda iríamos para um fado no Bairro Alto, que será assunto do próximo post. E no dia seguinte fizemos o passeio para Cascais e Sintra que já foi assunto aqui.

     Lisboa na prática

  • Hotel

Ficamos hospedados no Hotel Príncipe Lisboa. Fomos na baixa temporada e pagamos pouco mais de 40 euros por quarto em um hotel muito bom, com café da manhã maravilhoso e funcionários atenciosos. Quanto à localização, está no Bairro Saldanha e fizemos tudo que contei acima a pé. De frente ao hotel tem uma estação de metrô que leva ao aeroporto diretamente em 15 min. Enfim, certamente me hospedaria ali novamente.

  • Aeroporto

O aeroporto fica a curta distância do centro. Como disse, você pode acessá-lo por metrô, táxi ou ônibus. Usamos o táxi e saiu por 12 euros para 4 pessoas!

  • Transporte público

Nosso plano era comprar o famoso cartão Viva Viagem. Esse é um cartão recarregável que dá desconto no transporte público. Todavia, acabamos nem adquirindo, pois acabamos fazendo boa parte à pé e, nas poucas vezes que pensamos em usar metrô, como estávamos em 4 pessoas, o táxi (que já era bem barato também) compensava pelo conforto e maior rapidez.

Lá e de volta outra vez: o Norte na prática 2

IMG_9744

 

Ao longo dos posts, eu mencionei alguma coisa do roteiro e hotéis que ficamos na nossa segunda viagem para Escandinávia, mas resolvi fazer o post para juntar essas informações práticas em um só lugar.

(Na nossa primeira vez ao Norte fomos para Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Estônia e Rússia e as informações mais práticas da viagem também estão no blog nesse link: https://talitavaiaomundo.wordpress.com/2016/10/02/viajando-bem-e-barato-pela-escandinavia/ ).

 

  • Hotéis 

Na viagem para a Islândia tivemos um dia em Copenhagen na ida e dois na volta, já que o lugar mais fácil para se voar para Islândia é mesmo a capital dinamarquesa. A viagem estava toda organizada, mas de última hora tivemos imprevistos e tivemos que reservar um hotel para a primeira diária em Copenhagen. Não sei se foi azar, ou se havia algum evento na cidade, mas os hoteis estavam lotados e caríssimos nessa data. A gente já sabia da existência de Malmö e estávamos considerando mesmo fazer um day-trip pra lá. Aí nosso day-trip acabou virando um final de semana em Malmö.

Ficamos no Moment Hotels. A reserva foi feita pelo booking porque estava com um desconto na diária. Pegamos um quarto econômico já que seria apenas uma diária. Apesar de pequeno, era bem funcional e limpo. O único infortúnio foi que reservei um quarto sem janela, justamente para evitar claridade. Ocorre que o quarto sem janela, na verdade tem uma janela no teto que não tem como ser fechada. Isso não chegou a ser um problema porque já era inverno e estava escurecendo cedo e anoitecendo tarde, mas no verão em que escurece meia-noite e amanhece às 3 da manhã certamente teria sido! De resto, recomendo a todos esse hotel.

Já na Islândia ficamos em um B&B que absolutamente adorei! O nome é Snorri’s Guesthouse . O Magnús é o dono do local e te recebe muito bem, além de sempre ter dicas. Chegamos às 2 da manhã e lá estava a ele a postos nos esperando! Além disso, precisei alterar as reservas 2 ou 3 vezes, ao que ele foi super solícito. Sempre que iríamos sair ele perguntava onde iríamos, por qual empresa e quando o tour começava a demorar, ele saía à porta para dar uma espiadinha dizendo que logo ligaria se não chegassem em breve. Em suma, muito atencioso.

O quarto em si era espaçoso e muito agradável. Bom sinal de wi fi, bom café da manhã, quarto grande e confortável, bom banheiro. Ficamos no quarto com banheiro privativo, mas notamos que mesmo os banheiros dos corredores sempre estavam vazios e impecavelmente limpos. Ou seja, eu recomendo demais essa Guesthouse!

Já em Copenhagen ficamos duas diárias no Wakeup Borgergade que é um desses hoteis de estilo bem jovial. Apesar de pequenos, os quartos eram bem funcionais e muito limpos. O melhor é que era super bem localizado, estando a 5min de caminhada de uma estação de metrô que leva diretamente ao aeroporto e a 20 min da estação central e atrações turísticas. Tanto que fomos ao Tívoli Park, à Lego Store e outras atrações à pé nos dias que estivemos por lá.

  • Roteiro

Então, o roteiro ficou assim:

Dia 1: chegada bem cedo na Dinamarca e ida para Malmö

Dia 2: Malmö, volta para Copenhagen e ida para Islândia

Dia 3: Blue Lagoon + Aurora Boreal

Dia 4: Sul da Islândia

Dia 5: Círculo Dourado

Dia 6: Reykjávik + Aurora Boreal

Dia 7: ida para Copenhagen

Dia 8: Tívoli Park

Dia 9: Castelo Frederiksborg e vôo de volta

Escrevi sobre o que fizemos em cada dia desse roteiro e todos os posts estão aqui no blog também.

  • Transporte

Do aeroporto de Copenhagen para Malmö fomos de trem, pegando o trem já no aeroporto, que nos deixou quase que de frente o hotel que escolhi.

Em Copenhagen fizemos tudo à pé ou de trem também, pegando um ou outro táxi ali.

Quanto à Islândia, já falei no blog que havia pensado em alugar uma campervan primeiro momento (tipo um mini-trailer! quem nunca quis essa mini-aventura!?).  O que depois virou um carro, e que depois acabou não sendo nenhuma das duas coisas. E ainda bem! O tempo estava bem ruim e choveu consideravelmente em alguns dias durante nossa viagem, sendo que alguns dias antes de chegarmos o tempo estava tão ruim que fez com as estradas fossem fechadas.

No fim das contas, foi ótimo depois desses dias corridos e puxados não ter que dirigir, especialmente na chuva e poder voltar pra um quarto de hotel super confortável e descansar. Se você for no inverno como nós fizemos, o clima estará terrível possivelmente e fazer um day trip com um grupo pode não ser ruim. Coloquei as empresas de turismo que fechamos nos posts de cada passeio.

Para chegar e sair do aeroporto são 45min-1h. Usamos o ônibus Flybus que sai a cada meia hora hora. Ele te leva para a central deles e de lá uma van te deixa na porta do seu hotel. Só é meio caro, mas o que não é na Islândia!? Há outros, mas que também estavam o mesmo preço na época sendo que esse havia mais opções de horário. Também foi o mesmo que usamos para ir à Lagoa Azul.

Flybus Airport Shuttle: https://www.re.is/flybus/

  • Vôos

Quanto aos vôos para a Islândia, como disse tivemos que comprar a partir de Copenhagen pela Icelandair. Isso porque, há poucos vôos para a Islândia, então o jeito foi voar até a Dinamarca primeiro. Sabendo disso, aproveitamos uma promoção irresistível de passagens para Dinamarca.

Há vôos saindo de algumas outras cidades como Frankfurt e Londres, mas também já disse em outro post que o pai do David residia em Copenhagen. Então fez sentido não só financeiramente, mas também porque aproveitamos para passar algum tempo em família. Por isso também que os dias em Copenhagen foram bem café-com-leite. Afinal, além de já conhecermos o local, também estávamos acompanhados e aproveitando para por o papo em dia.

Castelo Frederiksborg

IMG_0425

O Castelo Frederiksborg fica na Dinamarca, em uma cidade chamada Hillerød. Foi construído como residência real por Christian IV, então rei da Dinamarca-Noruega, no século XVIII. É a maior residência renascentista da Escandinávia e que teve influência da arte italiana.

Foi a primeira construção com fins recreacionais pela família real, ao invés de defesa. Tanto é que todos os castelos precedentes foram construídos próximo aos portos, já que o povo escandinavo é marcado pela sua estreita relação com o mar,  mas Castelo Frederiksborg foi construído mais ao interior do país.

Já houve outro castelo construído ali e foi o local onde Christian IV passou sua infância. Quando adulto, decidiu demolir o castelo anterior e construir um novo, mais moderno e mais belo, à moda renascentista. A construção levou apenas 10 anos, um feito para aquela época.

Logo na entrada do castelo pode-se ver a Fonte de Neptuno, considerado o deus dos mares e uma figura simbólica para os escandinavos. Por isso, é considerada a principal escultura de todo castelo.

IMG_0322

Hoje o castelo se tornou um museu, que guarda a história da Dinamarca, além de grande acervo de quadros e obras de arte em geral. Por isso mesmo, é também conhecido como Museu da História Nacional.

Uma das partes mais bem conservadas do castelo é sua capela. O castelo sofreu um incêndio durante o século XIX e uma das áreas não muito afetadas foi justamente a capela. Por isso, ela se encontra, praticamente, tal qual era no século XVI.

IMG_0346

De outro lado, o Grande Salão mais afetado pelo incêndio, mas foi completamente restaurado ainda no século XVIII a partir de pinturas e relatos. A suntuosidade do salão destinado aos jantares e festas buscava mostrar a importância e poder da família real.

IMG_0353

O que mais impressiona nos palácios, por mais lindos que sejam, sempre são seus jardins. Na época, as famílias reais recebiam convidados ou mesmo se espaireciam nos jardins e, por isso, todos são tão suntuosos e belos como a própria mansão. E o jardim do Castelo Frederiksborg  não ficou para trás, é claro. Ficamos por ali um bom tempo, curtindo o sol, o ar puro e toda aquela paisagem antes de voltar para Copenhagen.

 

Castelo Frederiksborg na prática

O castelo fica na cidade de Hillerød. Para chegar lá basta pegar o trem a partir da estação central. As passagens podem ser compradas na maquininha, que tem opção em inglês. Havia trem a cada 20-30min. A viagem dura menos de 1 hora. Da estação central de Hillerød até o castelo são cerca de 20 min de caminhada.

Mesmo no inverno o castelo estava aberto em uma segunda-feira, mas vale a pena checar no site antes de sair, até porque a cidade é bem pequena e não havia muito o que fazer a não ser o castelo.

Era nosso último dia na Dinamarca e estávamos pescando algo para fazer nas cercanias, já que era segunda-feira e o Palácio estava fechado e o resto já conhecíamos. Deu um bate-e-volta bem tranquilo. Ainda sobrou tempo de voltar ao hotel e chegar no aeroporto à noite com a antecedência necessária.

Tivoli Park

IMG_0303

Em nossa última viagem para Dinamarca, visitamos o Tivoli Park and Gardens. É famoso por ser o 2º parque de diversões mais antigo do mundo ainda em funcionamento, estando lá desde 1843. O primeiro mais antigo é o Dyrehavsbakken, que também fica em Copenhagen, mas que é menor, um pouco mais afastado e estava fechado quando fomos.

Da primeira vez que fomos em Copenhagen acabou não dando tempo de ir ao Tivoli Park, até porque só choveu. Então, quando percebemos que teríamos que passar 2 dias em Copenhagen na nossa volta por Islândia, o Tivoli entrou no roteiro e era um dos locais que não abriríamos mão de conhecer.

Felizmente, conseguimos visitar no último dia em que estaria aberto. Isso porque, o parque apenas abre no verão e em dias próximos da Páscoa, do Halloween e do Ano Novo. Fomos no encerramento do Halloween, mesmo receosos de que estaria lotadíssimo. Afinal, ele não só é o mais visitado de toda a Escandinávia e um dos mais visitados na Europa, como também é relativamente pequeno. Contudo, para nossa surpresa não estava e não havia fila nos brinquedos praticamente.

Por ser Halloween, tudo estava enfeitado. Bruxas, abóboras e lanternas espalhadas harmoniosamente por todo o parque deixaram a visita ainda mais especial. E pensamos que foi até bom não termos conseguido visitar no verão. Dessa forma, deu para ver o show de fogos e luzes à noite, coisa que não seria possível no verão quando escurece meia-noite!

Ainda que você não goste tanto assim de parques, esse é tão nostálgico e fofo que mesmo você irá gostar. Isso porque, o parque foi evoluindo, mas sem abandonar seu charme e tradição. Assim, ele ainda mantém a arquitetura exótica, os prédios históricos e os jardins. Dizem que Walt Disney o visitou diversas vezes, pois era apaixonado por seus jardins. Inclusive,  foi esse parque que o inspirou a Disneyland. E mesmo eu que não sou tão louca assim por parques, realmente  adorei!

IMG_0292IMG_0302

Outro lado positivo do Tivoli Park é sua excelente localização. Ele fica bem ao lado da Estação Central, no meio de tudo, logo no início do centro histórico. Muito fácil encaixar no roteiro, passando algumas horinhas por lá depois visitar os outros lugares turísticos.

Fomos em alguns brinquedos e aqui fica a dica. Há 2 tipos de entrada no Tivoli. O primeiro é pagar a entrada que custa 110/120 coroas e pagar brinquedos a parte, ou entrada e direito a acesso a todos os brinquedos, o que custa 220 coroas. Cada ticket de brinquedo custa 20 coroas. Como eu só pretendia ir em 2 ou 3 brinquedos, achei que faria mais sentido comprar os tickets do que a pulseirinha que dava acesso a tudo. Mas cada brinquedo que você vai consome 2 ou 3 tickets. No fim, acabei comprando também a pulseirinha, já que também estava com os irmãos do David e fomos que em mais de 2 brinquedos. Então, na boa, compre logo o acesso a tudo, ou vai acabar como eu: gastando mais do que o necessário.

IMG_0276

A entrada você pode adquirir lá mesmo e não havia fila. Mais uma dica é checar no site se o parque está aberto quando for. O site é: http://www.tivoligardens.com/