Estocolmo

Indubitavelmente, foi a cidade da Escandinávia que mais gostamos! Foi amor à primeira vista! E tem tanto para se falar de lá que nem sei muito bem por onde começar!

Estocolmo foi construída sobre 14 ilhas e tem uma arquitetura linda extremamente bem conservada. Fomos no verāo e encontramos uma cidade linda/maravilhosa! Quer mais!? Um povo agradável, restaurantes legais, parques arborizados e museus. Ah, e mais um atrativo: tudo a preços acessíveis – em termos de Escandinávia, claro! Voilà: a viagem nāo tem como decepcionar!

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É muito comum ouvir que tal cidade da Europa é a Veneza do Norte. Todavia, Estocolmo realmente merece a alcunha, pois sāo tantas pontes que realmente nota-se a similaridade. Mas na boa, quer saber, gostei mais do que a própria Veneza original – bem mais! Até porque Suécia é Suécia né! O nível de desenvolvimento, de organizaçāo e de educaçāo é outro. Além de nāo me sentir claustrofóbica por estar o lugar entupido de pessoas em todos os cantos como na Veneza dos italianos, e olha que viajamos na baixa temporada para Veneza e na alta para Estocolmo. Em resumo, acho que também por serem ilhas e nāo canais, tudo parece mais espaçoso e arejado, digamos assim. Por isso mesmo, simplesmente vagar pelas ruas e longas pontes já é viver um pouco a cidade.

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Uma viagem a Estocolmo é muito divertida sobretudo. Os suecos se orgulham de sua herança viking, convivem bem com a diversidade e sāo muito receptivos. E sāo muito carismáticos! (pelo menos os que conhecemos)

Bem, mas vamos ao que interessa: o que conhecer em Estocolmo!? A cidade para mim é daquelas para serem vividas. Aproveitar suas vistas e suas ruas tāo características. Ou seja, simplesmente caminhar pela cidade já é uma delícia. Além disso, como fomos no verāo, pudemos aproveitar os parques =)

Ademais, a cidade conta com um centro velho super bem preservado, com ruelas minúsculas medievais, cheia de cafés e diversas lojinhas. Ainda, tem uma livraria maravilhosa que também vende mil coisas nerds (na qual o David ficou algumas horas!). A livraria se chama Science Fiction Bokhandeln e vale muito a visita, especialmente se você é fā de Harry Potter, ou Senhor dos Anéis ou Star Wars! Inclusive, olha o que encontramos lá:

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Isso mesmo! Feijõezinhos de todos os sabores! E realmente o de vômito e cera de ouvido sāo horríveis! hahaha

Maaaas, claro que há mais que isso em Estocolmo! Para quem nāo quer ficar perambulando por aí, há vários museus pela cidade. Confesso que com uma cidade tāo gostosa, ficamos mais foi batendo perna pra cima e pra baixo mesmo, ao invés de sair entrando em tudo que é museu/igreja, etc. Abaixo, o que mais gostamos de visitar.

Palácio de  Drottningholm

Vizinho do Parlamento, o Palácio de  Drottningholm está localizado na ilha de Stadsholmen, em Gamla Stan (a cidade velha). Uma fachada está voltada para a rua e outra está voltada para o cais.

Vasamuseet (Vasa museum)

Um museu que o David quis ir e que realmente foi bem legal é o Vasamuseet (Vasa museum). É um museu que tem como única atraçāo o Navio Vasa. Esse navio é o último navio de guerra que ainda existe no mundo e data do século XVII. O navio tem 98% de seu casco original e encontra-se completamente restaurado. Na época de sua construçāo, reinava a dinastia Vasa (daí o nome) e deveria ser o navio mais imponente da época justamente para mostrar o poder do rei. Ele contava com armamento pesado, diversos canhões, ricamente ornamentado e ostentava todo o poder da família Vasa.

Assim, no dia em que o navio zarpou pela primeira vez, pessoas de diversos países foram convidadas ao evento para que noticiassem posteriormente o que viram em seus próprios países. Foi assim que em 1628 esse imponente navio zarpou da costa da cidade para… afundar 10 minutos depois! O número de canhões era muito elevado ao patamar normal, o que fez com que o navio afundasse assim que navegou.

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O navio permaneceu séculos submerso. Todavia, logo após o naufrágio, o rei ordenou que por sinos de mergulho se fizessem buscas pelo armamento. Dessa forma, os homens entravam nesse sino da foto que o David entrou, e mergulhavam até o navio em busca das armas e outros pertences. Era possível respirar no sino que por determinado tempo nāo se tomava de água. Dessa maneira um tanto quanto corajosa, foi possível recuperar parte do armamento.

Na década de 1960, o navio foi retirado da água. Hoje, após um longo processo de restauraçāo, encontra-se quase tal qual era antes do naufrágio.

Ônibus anfíbio

Esse é um passeio bem legal! Dois irmāos suecos detém esse barco. E com muito bom humor fazem o city tour contando a história da cidade, passando por seus principais pontos. Em dado momento, o passeio continua na água. O ônibus converte-se em um barco ao entrar na água! Sempre quis fazer esse passeio no Rio, mas acabou que nunca deu tempo. Entāo, quando vimos que tinha Estocolmo tivemos que fazer!

 

Mais fotos de Estocolmo:

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Coldplay!!!!

Agora vamos falar de Coldplay!

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Toda a razāo de irmos para a Escandinávia nas férias foi para realizar meu velho sonho de ir ao show do Coldplay. Minha prima sempre diz que eu sempre conto a mesma história (Gabriela, é vc mesma!): como sempre falo que conhecia eles antes de se tornarem populares, como gostava desde o primeiro CD lançado e que ninguém conhecia, como eles foram em Sāo Paulo e o show ficou vazio porque ninguém conhecia e  minha māe nāo me deixou ir porque eu tinha 14 anos, etc etc etc hahahaha

Enfim, por mais que eles tenham mudado o estilo, sempre fiquei com a vontade de ir ao show, sem nunca conseguir, afinal os ingressos se esgotam nos primeiros minutos de venda e toda aquela loucura. Quando vimos que haveria turnê na Europa, e com a família do David morando na Dinamarca, nāo pensamos duas vezes e decidimos: vamos de qualquer jeito!

Confesso que ficava pensando que eles ficaram muito pop e deixaram de ser uma banda de rock alternativo/indie rock há muito tempo, mas que era um sonho que eu tinha desde a adolescência e realmente queria realizar. Comprar os ingressos foi uma loucura e bastava por no carrinho pros ingressos sumirem, mas enfim conseguimos. Ainda bem! Porque tudo se esgotou em… 15 minutos!!

O show foi no estádio de Copenhagen, o Parken Stadium, e chegar lá foi super tranquilo. Pegamos o ônibus 1 e em meia hora estávamos lá. Também há estaçāo de metrô perto. Chegando lá nāo havia fila para entrar e tudo estava organizadíssimo no nível de estar com jeito de chuva e a equipe conseguir armar toda a estrutura durante o dia para cobrir o estádio. Aliás, o próprio Chris Martin disse durante o show que no dia anterior o estádio estava uma lagoa e que eles conseguiram deixar tudo pronto, seco e arrumado a tempo. Incrível!

Ao entrar no estádio eu parecia uma criança. Coloquei a pulseira correndo, comprei camiseta e comecei a contar os minutos pro show começar. Tentei esquecer tudo que sabia, ou achava que sabia, de como o show seria e queria só aproveitar!

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Até que começou! Eu enlouqueci! Na primeira música parecia uma daquelas fās retardadas que cantam, gritam e choram tudo ao mesmo. E sim, eu fiz as três, tudo ao mesmo tempo, mas só na primeira música! hahahahah

Fiquei muito feliz que eles tocaram músicas de toda a carreira, inclusive minhas favoritas da adolescência. Também tocaram A sky full of stars, música essa que escolhi pra nossa dança no casamento. Vale dizer que também tocou The Scientist, a minha favorita naquela época!

O Chris Martin tem uma presença de palco maravilhosa. Interage o tempo todo com a plateia e é extremamente carismático.

A equipe entrega na entrada uma pulseira para cada pessoa. As pulseiras são controladas pela equipe do show, e cada pulseira acende quando tem que acender e da cor que tem que acender! Assim, em determinados momentos o estádio ficava ou rosa, ou vermelho, ou azul, ou de todas as cores misturadas, o que dava um efeito visual incrível!

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Enfim, o show vale demais a pena! É lindo, é emocionante, é animado e beira o indescritível!

Muito embora para chegar tenha sido muito tranquilo, para ir embora que foi um Deus nos acuda! Porque passaram poucos ônibus e todos lotadíssimos. Achei bizarro nāo colocarem ônibus extras depois do show e nāo esperava isso de uma cidade desenvolvida como Copenhagem. E para voltarmos para casa do meu sogro o metrô nāo servia. Para piorar, estava uma garoa bem chata que nāo parou. Levou muito tempo para conseguirmos pegar um ônibus, o que foi bem chato. Também nāo conseguimos táxi ou uber. Essa foi a parte chata, mas o show em si foi maravilhoso e valeu esse pequeno perrengue sem dúvidas!

Certamente, um sonho que se realizou!

Abaixo, uma pequena amostra de como foi todo o show:

Visitando Copenhaguen

Sempre ouvimos por aí que Copenhaguen deve ser a primeira cidade das cidades nórdicas a se visitar. E foi o que fizemos. A proximidade com o restante da Europa torna o país mais acessível do que a Noruega ou a Islândia, por exemplo. Além disso, como disse no post anterior, meu sogro está morando lá, o que fez com que escolhessemos Copenhaguen como base. Além disso, também encontrei uma promoçāo com passagens baratas para lá. Entāo, partiu férias!

Primeira coisa, ir e voltar do aeroporto de Copenhagen (Kastrup) é muito fácil! Já nas esteiras para bagagem vimos que haviam as maquininhas para comprar passagens de trem. Para quem for rumo ao centro de Copenhagen basta comprar pra zona 1. Há trens a cada 20min e a Estaçāo Central já é a segunda parada.

Como ficamos cerca 4 dias em Copenhagen, excluindo-se o dia da chegada e da volta, foi possível ver tudo com a maior calma do mundo. Nāo há taaanta coisa assim para se ver lá, entāo creio que 2 dias sāo suficientes.

Já descendo na estaçāo central você consegue fazer tudo, ou quase tudo, a pé. Inclusive, ao sair da estaçāo já vai dar de cara com a prefeitura e é dos prédios mais bonitos da cidade. Além disso, o relógio da prefeitura é dos mais famosos do mundo, uma vez que levou décadas para ser acertado e dizem que apenas se atrasa em segundos a cada 300 anos aproximadamente.

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O Parque Tívoli fica bem ao lado, mas deixamos para entrar nele na próxima viagem.

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Andando mais um pouco pelo centro, é possível encontrar a loja da Lego. Sim, a Lego é de lá. Claro que o David fez absoluta questāo de ir lá! hahahaha

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Outro ponto que visitamos foi a Igreja de Nosso Salvador. A importância dessa Igreja inusitada em espiral está em que foi construída como marco da expansāo do cristianismo do mundo. A bandeira ao alto simboliza exatamente a vitória do cristianismo sobre o paganismo viking, pois os nórdicos foram os últimos a se converterem à fé cristā.

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Próximo também fica Christiania, o lugar famoso por ser uma comunidade independente da Dinamarca. É derivada de uma comunidade hippie, tendo regras próprias dentro de seus muros. A venda e uso de drogas é liberado, mas roubos sāo proibidos. Fotografar também é proibido, por isso só temos fotos da entrada e da saída.

Na boa, o lugar é bem caído e me senti um turista fazendo “safari” nas favelas do Rio de Janeiro. As pessoas vivem em casas que mais parecem barracos, vimos criança de 10 anos usando e vendendo droga, pessoas com camisas amarradas no rosto pra cobrir vendendo drogas, etc. Até entendo que ali eles sāo hippies da década de 60 que se estabeleceram ali, bem como seus filhos e netos, mas também deu pra entender porque a Dinamarca tem feito acordos para melhoria das casas e da comunidade como um todo, tentando deixar as casas mais bonitinhas pros turistas. E porque a relaçāo entre Copenhagen/Dinamarca e Christiania seja tāo polêmica. Todavia, devo dizer que o lugar é super tranquilo e em nenhum momento nos sentimos com medo de assalto ou qualquer coisa do gênero.

Enfim, nāo ficamos muito tempo por lá e logo voltamos a andar pela cidade. Foi entāo que decidimos fazer o passeio de barco, que é bem legal e pode-se ver toda a costa. A foto abaixo do Palácio foi retirada do barco inclusive.

Andamos até chegar a Nyhavn que realmente é o que há de mais típico e simpático de Copenhagen! Originalmente, era um anexo do porto de Copenhaguen e também onde viviam vários trabalhadores e pescadores. Hoje, o lugar é toda animado, cheio de restaurantes, lojas e artistas de rua.

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O outro ponto característico mor é a estátua da pequena sereia! A estátua fica situada em um parque onde passamos algumas horas apenas andando por lá e curtindo o dia ensolarado. Vale dizer que o parque é uma das fortalezas em forma de estrela mais bem preservadas da Europa do Norte e ainda é terreno militar sobre a jurisdiçāo do Ministério de Defesa da Dinamarca.

Encerramos o dia passando pelo castelo Rosenborg Slot. O castelo é bonito e também tem um jardim bonito, mas nāo nos impressionou tanto assim. Talvez seja o fato de sermos aficcionados por castelos e já termos visitado muitos pela Europa. De toda forma, valeu a visita.

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A cidade tem aquele ar de cidade grande e nāo achei tāo característica assim, exceto pela Nyhavn. Nāo que nāo tenha gostado da cidade, mas no meu ranking foi a que menos gostei de todas que conhecemos nessa viagem. Nāo que houvesse nada de errado. Muito pelo contrário! Ali você realmente nota como um país pode ser muito desenvolvido e rico. Mas nāo rico no sentido de ostentação e sim no sentido de que as pessoas tem uma boa qualidade de vida, um bom poder de compra e que nāo há muita diferença econômica entre as pessoas que ali vivem. Ou seja, uma sociedade de iguais (ihh! baixou a socióloga hahaha).

Por outro lado, em termos de turismo, a cidade era muito cara, muito mais que Estocolmo, por exemplo, e sem oferecer o mesmo que Estocolmo. Especialmente, depois de voltar de Estocolmo, a todo momento eu comparava as duas. Estocolmo é aquela cidade em que a vida pulsa e as pessoas sāo alegres (pelo menos as que encontramos), ao contrário de Copenhagen. E Copenhagen é aquilo: viu, está visto. Nāo tem muito mais. Mas nāo me interpretem mal, pois isso é completamente subjetivo e essa foi apenas a minha impressāo.

Viajando bem e barato pela Escandinávia

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Quando se pensa em uma viagem para Escandinávia também se pensa em altos custos. Isso nāo deixa de ser verdade. O Norte da Europa realmente é muito caro, especialmente a Noruega. Realmente a Noruega foi o lugar mais caro que já estive até agora (vamos ver como será a Islândia em novembro, que dizem ter um custo ainda mais alto já que tudo lá é importado).

Seja como for, nāo é isso que deve atrapalhar os planos de conhecer esse pedaço tāo bonito do mundo! Com muuuuito planejamento, é possível fazer uma viagem bem legal pelos países nórdicos e a rota viking, que foi o que fizemos.

Tudo começou com o show do Coldplay (que terá um post próprio em breve). A única época que o David poderia viajar pra ver o show  era em julho. Acontece que a turnê deles aqui era em junho, exceto pelo show de Copenhagen que era no começo de julho! Justamente a cidade em que o pai do David está residindo atualmente. Rá, era tudo que precisávamos! Foi entāo que pensei: vamos tirar férias e fazer a rota viking! Talvez fosse a vibe por ter acabado de ver 3 temporadas de Vikings em sequência.

Conseguimos comprar os ingressos para o show. E isso foi em novembro, o que me deu meses para planejar tudo e aproveitar promoções. Exemplo: as passagens para Copenhagen foram uma pechincha.

No total a viagem foi de 15 dias e o roteiro ficou assim:

  • 4 dias em Copenhagen
  • 4 dias em Bergen (Noruega)
  • 1 dia e meio em Estocolmo
  • 5 dias em um cruzeiro passando pela Finlândia, Estônia e Rússia
  • mais 1 dia em Estocolmo
  • mais 2 dias em Copenhagen

Portanto, foram 6 países em 15 dias. Óbvio que nāo deu pra conhecer tudo, mas deu pra sentir cada lugar.

Agora, como foi que conseguimos economizar!?

Bem, pra começar esse cruzeiro nāo era bem um cruzeiro, era uma ferry quase que exclusivamente usada por turistas russos. Sim, fizemos tudo em um navio russo! Era tāo russo que parte dos funcionários sequer falavam inglês e quase tudo estava escrito em cirílico! Depois vou falar melhor disso, mas basicamente super recomendo a St Peter Line para quem prefere abrir māo do conforto em prol de conhecer alguns países a mais! Ficamos 5 dias na cabine que nos serviu de transporte e hotel por 4 países e custou apenas 200 euros!! A cabine nāo tinha nada de luxuosa, mas estava limpa e foi mais que adequada às nossas necessidades. Além disso, conhecer Sāo Petersburgo de barco foi um jeito de evitar o  processo chato e caro de visto para Rússia.

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Ficamos em hotéis econômicos, mas todos tranquilos, limpos e com banheiro privativo e com café da manhā incluso.

A escolha de Bergen se deu por ser a cidade mais característica da Noruega e por ser de onde parte o Norway in a Nutshell, que é um passeio entre os fiordes e as montanhas! Todo o motivo pelo qual resolvemos ir para lá! Fazia mais sentido voar pra lá direto do que pra Oslo, já que é onde estāo os fiordes.

Basicamente, o deslocamento foi assim:

  • Copenhagen para Bergen: aviāo, voando pela SAS Airlines.
  • Bergen para Estocolmo: aviāo, também com as SAS Airlines. – A Norwegian Airlines é a low-cost nórdica e estava um pouco mais barata. Mas como teríamos que despachar bagagem e pra Estocolmo ela vai pra um aeroporto a cerca de 100km, só acessível por ônibus, no fim nāo valia a pena.
  • Em Estocolmo pegamos o St Peter Line Cruise, posteriormente também retornando a Estocolmo.
  • De Estocolmo para Copenhagen optei pelo trem numa viagem super tranquila de 5 horas, já que o trem era muito confortável. Comprando com meses de antecedência, consegui pagar 20 euros. Comprei no site da SJ, empresa de trem sueca que faz o trecho. Vez que os aeroportos de Estocolmo sāo distantes da cidade e ainda temos que chegar com uma hora de antecedência pelo menos, achei que faria sentido simplesmente pegar o trem, já que estaríamos hospedados próximos da estaçāo central. Além disso, só o valor do trem para o aeroporto era o mesmo que eu pagaria nas passagens para Copenhagen!

 

Hóteis

Em Copenhagen nāo ficamos em hotel, já que ficamos na casa do meu sogro.

Já em Bergen ficamos no Comfort Hotel Holberg. Pelo que me lembro foram uns 90 euros a diária. Ele era bem localizado, ficando a 5 min a pé do centro e do ponto em que o shuttle para o aeroporto para (depois tb farei um post falando de Bergen e explicando melhor como ir e voltar do aeroporto)

Em Estocolmo ficamos primeiro no Comfort Hotel Stockholm, pagando 60 euros na diária! O quarto era bem pequeno, mas ficava ao lado da estaçāo. O diferencial é que fica exatamente ao lado da saída do trem que liga o centro ao aeroporto (depois também falarei disso melhor).

Quando voltamos a Estocolmo ficamos no HTL UPPLANDSGATAN, que eu recomendo muito (gostei muito mais que do Comfort) e foi uns 70 e poucos euros. Quarto ótimo, chuveiro poderoso, hotel moderno e confortável, localizado a uns 500 m da estaçāo central. Se um dia voltar a Estocolmo, certamente ficarei nesse hotel novamente.

Nos próximos posts, falarei mais sobre cada destino e acabarei falando mais sobre os custos da viagem. De toda forma, o objetivo era falar como é sim possível fazer uma viagem muito legal pelos países nórdicos, sem gastar uma fortuna. Claro que, no fim, acaba sendo uma viagem mais cara mesmo. Afinal, os custos nāo se reduzem a hotéis e passagens, mas também a alimentaçāo, transporte público e passeios, que realmente sāo bem caros, especialmente na Dinamarca e na Noruega. Na Suécia já era bem mais tranquilo, e cá entre nós, foi o lugar que mais gostamos! Mas mais sobre isso nos próximos posts…